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quinta-feira, 20 de agosto de 2026

TSE veta ida de Marçal a debates e campanha na TV e no rádio Empresário também não poderá ter acesso aos fundos eleitoral e partidário

Pablo Marçal Foto: EFE/ Isaac Fontana

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiu por unanimidade, nesta quinta-feira (20), impedir o empresário Pablo Marçal, candidato do Partido Renovador Trabalhista Brasileiro (PRTB) à Presidência da República, de participar de campanhas no rádio e na televisão e de ir a debates eleitorais. A medida, que tem caráter cautelar, também veta Marçal de ter acesso aos fundos eleitoral e partidário.

A decisão tomada nesta quinta é provisória e vale enquanto o TSE analisa se Marçal poderá disputar as eleições de 2026. O registro da candidatura ainda será julgado pela Justiça Eleitoral. O pedido de registro da candidatura foi apresentado pelo PRTB no último sábado (15), após a Justiça Eleitoral autorizar a filiação do empresário à legenda.

Apesar do registro de candidatura, Marçal está inelegível até 2032. Em 5 de agosto, o Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP) rejeitou por unanimidade os embargos de declaração apresentados pela defesa e manteve a condenação que determinou sua inelegibilidade por oito anos.

A condenação está relacionada ao uso indevido dos meios de comunicação durante a campanha eleitoral de 2024. Segundo a decisão, Marçal teria promovido concursos com oferta de prêmios para estimular a produção e a disseminação em massa de conteúdo eleitoral na internet por pessoas físicas.

A nova medida do TSE também está relacionada a um questionamento apresentado pelo Ministério Público Eleitoral (MPE) sobre a filiação partidária de Marçal.

O órgão afirma que não há provas suficientes de que o empresário estivesse filiado ao PRTB dentro do prazo previsto pela legislação eleitoral para disputar a eleição de outubro. Segundo o MPE, em abril, quando terminou o prazo para filiação partidária, Marçal ainda aparecia como integrante do União Brasil.

FONTE:PLENO NEWS


Momentos de emoção: Confira fotos do Louvorzão 93 Evento teve nomes como Paulo Neto, Get Worship, Julliany Souza, Nair N

  

Aconteceu, neste sábado (15), mais uma edição do Louvorzão 93. O evento reuniu uma multidão na Quinta da Boa Vista, em São Cristóvão, Zona Norte do Rio de Janeiro.

O show, que acontece há mais de 30 anos, faz parte do calendário de eventos da cidade e marca as comemorações dos 39 anos da MK Music e 34 anos da Rádio 93 FM, que está entre as mais ouvidas do estado.

A programação teve apresentações de Paulo Neto, Gisele Nascimento, Get Worship, Samuel Eleotério, Davi Sacer, Eyshila, Felipe Rodrigues, Midian Lima, Marine Friesen, Kailane Frauches, Wilian Nascimento, Samuel Miranda, Sarah Farias, Samuel Messias, Julliany Souza, Elaine Martins, Douglas de Lima e a artista angolana Nair Nany, que ficou conhecida no Brasil com as canções Melhor Amigo / O Que Seria de Mim e Eu Vou Orar.

Em entrevista ao Pleno.News, a presidente da MK Music, Marina de Oliveira, falou sobre a trajetória do Louvorzão e celebrou o trabalho da equipe responsável pela realização do evento. Ela destacou a evolução da estrutura e organização da celebração e afirmou que o evento se tornou uma bênção em sua vida.

– Ser pioneira é maravilhoso porque a gente treina uma equipe maravilhosa, que nem a que existe hoje. (…) O Louvorzão já há algum tempo não é responsabilidade minha, é bênção para a minha vida.

 

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FONTE:PLENO NEWS 

PGR pede que Mendonça retire investigação sobre Lulinha do STF Procuradoria-Geral da República sustenta que não há pessoas com foro privilegiado na investigação

 

Empresário Fábio Luís Lula da Silva Foto: Folha/Sergio Lima

A Procuradoria-Geral da República (PGR) pediu ao ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), que os inquéritos que investigam suspeitas de tráfico de influência envolvendo Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), sejam enviados para a primeira instância. Para a PGR, não há pessoas com foro privilegiado que justifiquem que os casos sigam no STF.

Os inquéritos foram abertos após solicitações da Polícia Federal (PF). Inicialmente, a PGR havia se manifestado apenas sobre a distribuição dos processos dentro do STF e defendeu que eles fossem submetidos à livre distribuição por sorteio. Com isso, dois procedimentos foram encaminhados a Mendonça: um relacionado a suspeitas de tráfico de influência no Ministério da Saúde e outro sobre a Dataprev.

Um terceiro inquérito também foi distribuído por sorteio, mas ficou sob relatoria do ministro Flávio Dino. Até o momento, não há informação sobre eventual pedido da PGR para que esse procedimento também seja remetido à primeira instância.

Após ser formalmente intimada sobre a abertura das investigações, a Procuradoria analisou novamente a competência do STF. Na manifestação, concluiu que não havia elementos que justificassem a continuidade dos inquéritos na Corte, como a presença de algum parlamentar entre os investigados.

As investigações da Polícia Federal incluem suspeitas relacionadas à atuação da lobista Roberta Luchsinger. Segundo informações atribuídas à PF, ela aparentemente teria autorização para atuar em nome de Lulinha em negócios envolvendo o governo federal. Em uma conversa transcrita pelos investigadores, Roberta teria afirmado: “Eles sabem o que eu sou. Eu sou o Fábio”.

A partir dessa suposta relação, a lobista teria tentado apresentar ao Ministério da Saúde uma proposta de contrato para fornecimento de cannabis medicinal. O produto seria comercializado por uma empresa ligada ao empresário Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como Careca do INSS. A minuta do contrato previa lucro de 20% para o grupo envolvido.

FONTE:PLENO NEWS

quarta-feira, 19 de agosto de 2026

Conheça a bancada da macumba, criação de candidatos do PSOL Iniciativa reúne seis candidatos à Câmara dos Deputados

  

Bancada da macumba Foto: divulgação

Um grupo de seis candidatos do PSOL à Câmara dos Deputados anunciou a criação da “bancada da macumba”. A iniciativa reúne representantes de cinco estados brasileiros e tem como foco principal aumentar a presença de integrantes de religiões de matriz africana no Congresso Nacional

O projeto é formado por Adriano Fiúza, do Distrito Federal, Mãe Su de Nanã, de São Paulo, Renato Fonseca, de Pernambuco, Wesley Mendes e Mãe Bernadete de Oxóssi, da Bahia, e Ariane Magalhães, do Rio de Janeiro. Todos eles disputam ativamente o cargo de deputado federal no pleito de outubro deste ano.

A principal finalidade da articulação é garantir que os praticantes dessas religiões participem de forma direta da criação de leis e da distribuição de orçamentos. Eles rejeitam a ideia de serem tratados somente como alvos folclóricos e exigem espaço nas decisões governamentais.

O grupo alega que a ausência de representatividade prejudica o segmento.

— Ninguém pode falar melhor por nós do que nós mesmos. Enquanto não tivermos macumbeiros e macumbeiras ocupando os parlamentos, continuaremos sendo lembrados de forma pontual — afirmaram, em nota conjunta.

A estrutura da equipe permite a integração de pessoas que não praticam as religiões de matriz africana, como educadores e estudiosos. Outros parlamentares também podem dialogar com a frente, bastando que apoiem de forma pública as propostas elaboradas em defesa desse público.

O diretório do partido confirmou apoio institucional à mobilização, contudo destacou que a ideia partiu dos próprios candidatos, sem interferência da cúpula partidária.

FONTE:PLENO NEWS

sexta-feira, 14 de agosto de 2026

Uma música que fala sobre céu, oração, santificação e sobre a importância de manter Deus no centro da vida voltou a gerar debate entre cristãos.

 



Uma música que fala sobre céu, oração, santificação e sobre a importância de manter Deus no centro da vida voltou a gerar debate entre cristãos.

Reacende a Chama”, de Sued Silva, questiona por que temas como a volta de Cristo, oração e vida espiritual perderam espaço em parte das pregações.
A letra também faz uma crítica direta à valorização excessiva de bens materiais dentro da própria igreja.
O assunto ganhou ainda mais repercussão depois de líderes religiosos criticarem a música e seu conteúdo nas redes sociais.
Mas fica a reflexão: a crítica incomoda porque a música está errada ou porque ela toca em uma realidade que muitos preferem não discutir?
A fé não deveria ser usada para alimentar ganância, manipular pessoas ou transformar a fragilidade de quem busca ajuda em oportunidade para enriquecimento.
Quando alguém procura uma igreja em um momento de dor e encontra apenas promessas financeiras, cobranças e interesses pessoais, a frustração pode ser enorme.
E, para algumas pessoas, essa decepção acaba sendo tão grande que elas deixam não apenas a instituição, mas também se afastam da própria fé.
No fim, a mensagem da música parece simples: menos foco nas coisas materiais e mais atenção à oração, à vida espiritual e ao relacionamento com Deus. O que você acha?

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TSE veta ida de Marçal a debates e campanha na TV e no rádio Empresário também não poderá ter acesso aos fundos eleitoral e partidário

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