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Estamos cada vez mais perto de voltar à Lua!

  


🌕 Estamos cada vez mais perto de voltar à Lua!
A missão Artemis II vai marcar o retorno de astronautas ao espaço profundo em uma jornada histórica ao redor da Lua. Serão cerca de 10 dias de missão e aproximadamente 685.000 milhas percorridas em uma trajetória que testará a nave Orion como nunca antes.
Depois de mais de 50 anos desde o programa Apollo, a humanidade se prepara para ir além mais uma vez.
Não será apenas uma viagem espacial. Será um passo gigante rumo ao futuro da exploração humana.
✨ Sistemas de suporte de vida
✨ Navegação no espaço profundo
✨ Comunicação a longas distâncias
✨ Preparação para futuras missões lunares
A Artemis II é o começo de algo muito maior: o retorno humano à Lua… e talvez o primeiro capítulo da jornada até Marte. 🌍🌙🔭
O futuro da exploração espacial já começou.
🔎 Curiosidades sobre a Artemis II
Será a primeira missão tripulada do programa Artemis.
Será a primeira vez, desde 1972, que humanos viajarão em direção à Lua.
A missão usará a nave Orion, projetada para levar astronautas ao espaço profundo.
Diferente das missões Apollo, a Artemis faz parte de um plano de longo prazo para voltar à Lua e permanecer por lá.
O objetivo não é apenas “visitar” a Lua, mas preparar o caminho para a construção de uma presença humana sustentável.
A Artemis também serve como preparação para futuras missões a Marte.
A missão faz parte de um esforço internacional com apoio de várias agências e parceiros espaciais.

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PF Aciona Lindinho e Tronyke: Prisão e Cassação Pedidas em Contra-Ataque Explosivo!



**PF Aciona Lindinho e Tronyke: Prisão e Cassação Pedidas em Contra-Ataque Explosivo!**

O Congresso Nacional virou um verdadeiro campo de batalha nesta semana. O que começou como uma discussão acalorada na CPMI do INSS terminou em acusações pesadíssimas de estupro de vulnerável e, agora, em um contra-ataque fulminante. O deputado federal Alfredo Gaspar (PL-AL), relator da comissão, não ficou parado. Ele protocolou representações na Polícia Federal, na Procuradoria-Geral da República e no Supremo Tribunal Federal contra o deputado **Lindbergh Farias** (PT-RJ), apelidado de **Lindinho**, e a senadora **Soraya Thronicke** (Podemos-MS), conhecida como **Tronyke** pelos críticos. O pedido é claro: investigação urgente, prisão preventiva e cassação de mandato para os dois parlamentares da oposição.

 Tudo explodiu na última sexta-feira (27 de março de 2026) durante sessão da CPMI do INSS. Alfredo Gaspar apresentava seu relatório final, que apontava irregularidades graves em contratos e benefícios do instituto. Lindbergh Farias interrompeu várias vezes, chamando o relator de “estuprador” em voz alta. O clima esquentou. Gaspar respondeu: “Deputado Lindinho, não estamos falando de Odebrecht”. Lindbergh devolveu: “Seu estuprador!”. O bate-boca virou tumulto, com gritos de “bandido” de um lado e acusações graves do outro.

Horas depois, Lindbergh e Soraya Thronicke convocaram uma coletiva de imprensa bombástica. Eles afirmaram ter recebido uma “notícia de fato” com indícios de que Alfredo Gaspar teria cometido estupro de vulnerável contra uma adolescente de apenas 13 anos, há cerca de oito anos, em Alagoas. Segundo a denúncia, a vítima teria engravidado, o bebê teria sido registrado em nome da avó para ocultar o caso, e Gaspar teria pago R$ 70 mil inicialmente, com negociação de mais R$ 400 mil para comprar o silêncio. Gravações de áudio e diálogos supostamente comprovariam a tentativa de fraude processual e ocultação de provas.

A coletiva chocou Brasília. Soraya Thronicke, com tom firme, disse que o caso envolvia “elementos suficientes” para uma investigação sigilosa na PF e pediu proteção às vítimas. Lindbergh completou: “Não é cortina de fumaça. São fatos graves que precisam ser apurados”. Eles protocolaram a notícia-crime na Polícia Federal ainda naquela sexta, pedindo tramitação urgente e preservação de provas.

Mas o que parecia uma ofensiva bem-sucedida virou de cabeça para baixo em menos de 48 horas.

Alfredo Gaspar reagiu com fúria controlada e estratégia jurídica pesada. Na terça-feira (30), ele anunciou que havia acionado todos os órgãos possíveis. “Eles são abjetos e vis. Fabricaram uma mentira infame para tentar derrubar meu relatório e destruir minha honra. Isso não vai ficar impune”, declarou o deputado alagoano em vídeo divulgado nas redes sociais.

FONTE:PLENO NEWS

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Ex Motorista de BOLSONARO cantou como ROBERTO CARLOS e impressionou o mundo

 


Pouca gente  sabia  o que eu escondia. Uma voz que eu usava só quando podia. Cantava baixinho para  não incomodar, sem imaginar onde Deus me ia levar. Nunca pensei  que o meu história fosse interessar alguém. Por muitos anos, fui apenas motorista,  um homem simples, de origem humilde, que teve a oportunidade de trabalhar dirigindo-se para o  presidente Jair Bolsonaro.

Muita gente me pergunta como era ele no dia a dia e respondo sempre à mesma coisa. Era um homem simples e tinha um coração bom. Eu não estou a falar de política, estou a falar de convivência, de quem  vê de perto, no silêncio, longe das câmaras. Eu passava horas de condução, viagens longas, dias  corridos, muita responsabilidade.

Mas havia uma coisa que pouca gente sabia sobre mim. Eu cantava, sempre cantei desde  menino, só que eu tinha vergonha. cantava baixo sozinho, quando achava  que ninguém estava a ouvir. Às vezes, enquanto esperava dentro do carro, eu ficava ali olhando  em frente e cantando baixinho.

 Era a forma que eu tinha de  conversar com Deus. Um dia eu pensei que estava sozinho. O carro estava parado. Eu  à espera de terminar uma reunião, comecei a cantar uma canção gospel  que a minha mãe gostava. Cantei com o coração, fechei os  olhos, esqueci o mundo e deixei a voz sair.

Quando terminei, ouvi uma voz  atrás de mim. Ué, você canta assim e nunca disse nada? Eu tomei  um susto. Era o presidente. Eu Fiquei sem saber onde enfiar a cara. Desculpa, senhor,  eu só canto assim de vez em quando. Ele deu uma riso daquele jeito simples dele  e disse: “Rapaz, isto não é de vez em quando, não. Isso aí é dom.

 Dom que Deus te deu.” Nunca esqueci dessas palavras. Ele ficou  quieto durante alguns segundos, depois falou: “Continua a cantar, não perdes isso não. Há muita gente que tem tudo  e não tem o que tu tens”. Naquele dia senti algo diferente dentro de mim.  Não era orgulho, era como se Deus estivesse a dizer: “Eu  estou a ver-te”.

 Muita gente pode dizer o que quiser, mas eu vi de  perto atitudes que ninguém vê. Já o vi tratar funcionário com respeito. Já o vi parar para ouvir gente simples.  Já o vi a preocupar com quem ninguém se preocupava. E comigo ele foi assim. Nunca me tratou como menos, nunca me tratou como invisível.

 E nesse dia, aquele  dia em que ele me ouviu cantar, foi a primeira vez que senti que a minha voz podia ir além do carro, para além da garagem, para além da minha vida simples. Hoje, quando as pessoas  dizem que se emocionam quando eu canto, lembro-me daquele momento, do banco da  frente, do retrovisor e da voz, dizendo: “Isto é um dom de Deus”.

E acredito até hoje, o dom da  voz foi Deus que me deu.   Eu já fui motorista  na estrada da vida,  conduzindo sonho sem saber para onde ia, carregando gente importante no banco de trás,  mas dentro do peito guardava algo mais. Pouca  gente sabia o que eu escondia.

 Uma voz que eu usava apenas quando podia. Cantava baixinho para não  incomodar. sem imaginar onde Deus me ia levar. Na garagem  vazia, depois do trabalho, cantava, olhando  para o céu estrelado e dizia em silêncio, com o coração cheio:  “Se este é um domu Senhor, eu aceito”.  Nunca pensei que o Brasil me fosse  ouvir, que a minha história alguém ia sentir.

Eu  era apenas mais um homem  comum, mas Deus escreve certo mesmo no incomum.  Foi o dom da voz que Deus me deu. Quando tudo parecia perdido, ele apareceu  de motorista da vida, sem palco  e sem luz. Hoje canto ao povo e agradeço a Jesus.  Se a minha voz emociona, não é mérito meu.

 Foi presente do céu, foi Deus que mo deu. E se o O Brasil inteiro parou para escutar,  foi porque o milagre quis usar-me quente. Um dia  pediram-me cantar sem aviso. Tremo e confesso. Perdi até o sorriso. Achei que era brincadeira, coisa  sem valor, mas quando cantei senti o calor. Olhos  encheram-se silêncio no  ar, pessoas a pararem só para me escutar.

 E alguém falou:  “Este homem tem um dom.” Naquele momento tudo mudou de tom.  A notícia correu mais depressa que o vento.  De repente, o meu nome estava no momento. Quem me via na rua  parava para falar. Canta aquela canção que nos faz  chorar. Eu entendi que não era  por fama, nem por dinheiro,  nem por quem chama.

 Era propósito escrito lá no céu,  um plano guardado apenas para um  fiel. Foi  o dom da voz que Deus me deu. Quando tudo parecia perdido, ele apareceu de motorista  da vida, sem palco  e sem luz. Hoje canto para o povo  e agradeço a Jesus. Se a minha voz emociona, não é mérito meu.

 Foi oferta  do céu, foi Deus que mo deu. E se o Brasil inteiro  parou para ouvir, foi porque  o milagre quis usar-me no tope. Quantas noites  chorei sozinho, pensando que o meu sonho era pequenino. Mas Deus não escolhe pelo que você tem. Ele escolhe quem  tem fé também. Se hoje eu  canto para a multidão, foi ele que me deu a mão e cada nota  que sai do meu coração.

É oração, é gratidão.  Ainda me lembro do volante na mão do rádio a tocar  no fim do plantão. Cantava junto sem imaginar que um dia  o povo ia ouvir-me. Não foi sorte, não foi por acaso, foi  Deus escrevendo  cada passo. Quem me viu simples vai entender. Quando ele quer  faz acontecer.

 Foi o dom da voz que Deus me deu quando ninguém acreditava.   Ele prometeu que o homem simples também pode vencer  quando confia e não deixa de acreditar. Se a minha voz hoje toca o Brasil,  foi Deus que escreveu cada fio do destino meu.  E se alguém perguntar como tudo começou,  foi no silêncio quando eu cantava para o Senhor  o cortar.

O dom da voz não foi  conquista, foi missão. Quem canta com fé nunca  canta em vão. Oh.

FONTE:https://news2.goldnews24h.com/

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Janela partidária faz Congresso Nacional ficar vazio Final do calendário para troca de partidos coincide com semana de feriado

 

Fachada do Congresso Nacional Foto: Antônio Cruz/ Agência Brasil

O Congresso Nacional terá uma semana com menos atividades por causa do feriado da Semana Santa e da janela partidária, que termina na próxima sexta-feira (3). O período permite que deputados federais, estaduais e distritais troquem de partido sem perder o mandato.

Até a última atualização da Câmara dos Deputados, o Partido Liberal (PL) foi o que mais ganhou parlamentares, com sete novos integrantes, chegando a 94 deputados. Já o União Brasil teve a maior perda, com seis saídas, ficando com 52.

Outros partidos também registraram mudanças no período. Entre eles estão Progressistas, Podemos, Partido Social Democrático, Republicanos, Movimento Democrático Brasileiro, Partido da Social Democracia Brasileira, Solidariedade e o Missão, que tem como único deputado Kim Kataguiri.

A janela partidária é definida pela Justiça Eleitoral e ocorre apenas em eleições proporcionais. Nesses casos, o entendimento é de que o mandato pertence ao partido, não ao candidato. Fora desse prazo, a troca de legenda pode levar à perda do cargo.

Além disso, outro prazo importante no calendário eleitoral é o da desincompatibilização. Ele exige que ocupantes de cargos no Executivo deixem suas funções para disputar eleições.

Pelo menos 16 ministros já anunciaram saída de seus cargos para concorrer a outros. Entre eles estão Fernando Haddad, que deixou o cargo para disputar o governo de São Paulo, e Simone Tebet, que deve concorrer ao Senado.

*Com informações Agência Brasil

FONTE:PLENO NEWS

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Cientista brasileira cria ‘caneta’ que detecta câncer durante cirurgia



 Dispositivo em estudo é capaz de extrair moléculas de tecido e apontar, no material analisado, a presença de células com tumores; ele já teve resultados promissores na análise de 800 amostras. Nos EUA, Livia já recebeu ‘bolsa dos gênios’ pelo trabalho

Uma cientista brasileira de 33 anos desenvolveu uma espécie de caneta capaz de detectar células tumorais em poucos segundos. Livia Schiavinato Eberlin é formada em Química pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e, apesar da pouca idade, já é chefe de um laboratório de pesquisa da Universidade do Texas em Austin, nos Estados Unidos.

 

Foi lá que, há quatro anos, ela iniciou os estudos de um dispositivo capaz de extrair moléculas de tecido humano e apontar, no material analisado, a presença de células cancerosas. A tecnologia está em estudo, mas já teve resultados promissores ao ser usada na análise de 800 amostras de tecido humano.

 

A pesquisadora, que já mora há dez anos nos EUA, para onde se mudou para fazer doutorado, está no Brasil nesta semana para apresentar os achados de sua pesquisa no congresso Next Frontiers to Cure Cancer, promovido anualmente pelo A.C. Camargo Cancer Center na cidade de São Paulo.

 

Nos Estados Unidos, Livia ganhou destaque na comunidade científica ao ser uma das personalidades selecionadas em 2018 para receber a renomada bolsa da Fundação MacArthur, conhecida como “bolsa dos gênios” e destinada a profissionais com atuação destacada e criativa em sua área. O prêmio, no valor de U$ 625 mil (cerca de R$ 2,5 milhões), é de uso livre pelo bolsista.

 

Em entrevista exclusiva ao Estado, a pesquisadora explicou que a caneta, batizada de MacSpec Pen, tem como principal objetivo certificar, durante uma cirurgia oncológica, que todo o tecido tumoral foi removido do corpo do paciente. Isso porque nem sempre é possível visualizar a olho nu o limite entre a lesão cancerosa e o tecido saudável. “Muitas vezes o tecido é retirado e analisado por um patologista ainda durante a cirurgia para confirmar se todo o tumor está sendo retirado, mas esse processo leva de 30 a 40 minutos e, enquanto isso, o paciente fica lá, exposto à anestesia e a outros riscos cirúrgicos”, explica Livia.

 

A caneta desenvolvida por ela e sua equipe de pesquisadores usa uma técnica de análise química para dar essa mesma resposta que um patologista daria. “A caneta tem um reservatório preenchido com água. Quando a ponta dela toca o tecido, capta moléculas que se dissolvem em água e são transportadas para um espectrômetro de massa, equipamento que caracteriza a amostra como cancerosa ou não”, explica a cientista.

 

Essa caracterização da amostra em maligna ou não pode ser feita porque a tecnologia usa, além dos equipamentos de análise química, técnicas de inteligência artificial para que a máquina “responda” se as células são tumorais.

 

Para isso, foram usadas, na criação do modelo, centenas de amostras de tecidos cancerosos que, por meio de suas características, “ensinam” a máquina a identificar tecido tumoral.

 

“Na primeira fase da pesquisa analisamos mais de 200 amostras de tecido humano e verificamos uma precisão de identificação do câncer de 97%”, conta Livia.

 

Próximos passos

 

O resultado dessa etapa do estudo foi publicado na prestigiosa revista científica Science Translational Medicine em 2017. Depois, o grupo de pesquisa da brasileira nos EUA ampliou a investigação para 800 amostras de tecido e, mais recentemente, obteve autorização de comitês de ética de instituições americanas para testar a técnica em humanos, durante cirurgias reais.

 

“Apesar dos bons resultados em amostras de tecido, o modelo ainda precisa ser validado em testes clínicos. Se os resultados forem confirmados, ainda deve demorar de dois a três anos para a caneta ser lançada como produto”, opina Livia. O dispositivo já foi testado para câncer de cérebro, ovário, tireoide, mama e pulmão, e está começando a ser usado também nas pesquisas de tumor de pele.

 

Caso a técnica se mostre eficaz também para esse tipo de câncer, ela poderia ser usada para identificar se pintas ou outras lesões de pele são malignas sem a necessidade de remoção de uma parte do tecido, o que pode trazer danos estéticos.

 

Para Fabiana Baroni Makdissi, cirurgiã oncológica e diretora do Centro de Referência da Mama do A. C. Camargo Cancer Center, caso confirmada a eficácia do método em todas as fases da pesquisa, ele trará ganhos nos tratamentos contra o câncer por permitir maior precisão na retirada dos tumores. “Uma das coisas mais importantes quando a gente fala de tratamento cirúrgico é que o cirurgião consiga retirar completamente o tumor. As taxas de cura vão estar relacionadas a isso, mas temos limitações em garantir que toda a circunferência do tecido retirado esteja livre de células tumorais. Então, uma tecnologia como essa, se validada, tem muito a agregar.”

 

Ela explica que a técnica seria importante porque nem todos os hospitais contam com um patologista na equipe cirúrgica para analisar o tecido removido ainda durante a operação. “Nesses casos em que não há essa análise das margens durante a cirurgia, a taxa de reoperação é maior”, diz.

 

Fabiana destaca ainda que a rapidez do novo método pode ter outras vantagens para o paciente. “A redução do tempo cirúrgico seria um benefício agregado da técnica, principalmente em pacientes mais idosos, com doenças crônicas, que têm maiores riscos durante um procedimento cirúrgico”, diz a especialista.

 

(Estadão)

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