Esperancanews

ANUNCIE EM NOSSO SITE

ANUNCIE EM NOSSO SITE AQUI

quinta-feira, 5 de novembro de 2026

Células cancerígenas agora podem voltar a se transformar em células normais, graças a cientistas sul-coreanos.



Células cancerígenas agora podem voltar a se transformar em células normais, graças a cientistas sul-coreanos.
E se fosse possível combater o câncer sem precisar destruir as células doentes? Foi justamente essa possibilidade que pesquisadores da Coreia do Sul começaram a investigar. Em experimentos com câncer colorretal (um tipo de câncer que atinge o intestino grosso ou o reto, região final do intestino), eles conseguiram fazer com que células cancerígenas recuperassem características semelhantes às de células saudáveis.
A pesquisa foi desenvolvida por cientistas do Instituto Avançado de Ciência e Tecnologia da Coreia (KAIST), liderados pelo professor Kwang-Hyun Cho. A proposta é diferente dos tratamentos tradicionais: em vez de apenas destruir as células tumorais, tentar modificar seu funcionamento para que deixem de apresentar características associadas ao câncer.
Para chegar a esse resultado, os pesquisadores criaram um modelo computacional capaz de analisar como os genes controlam o desenvolvimento das células intestinais. Com isso, conseguiram identificar três reguladores importantes, chamados MYB, HDAC2 e FOXA2, que participam do controle do comportamento celular.
Depois de interferir nesses três mecanismos, os cientistas observaram que células de câncer colorretal começaram a apresentar características semelhantes às de células intestinais saudáveis. Além disso, elas tiveram uma redução na capacidade de multiplicação.
Os testes foram realizados em diferentes linhagens de células cancerígenas e também em camundongos. Nos experimentos com animais, os pesquisadores observaram uma redução no tamanho e no peso dos tumores, indicando que a estratégia também apresentou resultados fora do ambiente de laboratório.
Outro ponto interessante é que essa abordagem tenta atuar em uma das características fundamentais do câncer: a perda do controle sobre o crescimento e o desenvolvimento das células. Em condições normais, as células passam por etapas de amadurecimento e desempenham funções específicas no organismo. Nas células cancerígenas, esse processo pode ser alterado, fazendo com que elas se multipliquem de maneira descontrolada.
É justamente nesse processo que os pesquisadores querem interferir. Ao identificar os mecanismos genéticos envolvidos, eles conseguem investigar quais alterações podem fazer uma célula recuperar parte de seu funcionamento original. Isso abre a possibilidade de desenvolver tratamentos que atuem de maneira mais direcionada sobre o comportamento das células tumorais.
Essa abordagem recebe o nome de reversão do estado cancerígeno. Basicamente, a ideia é tentar fazer com que células que perderam seu funcionamento normal recuperem características de células saudáveis, modificando os mecanismos genéticos responsáveis pelo comportamento do tumor.
A descoberta chama atenção porque grande parte dos tratamentos atuais, como quimioterapia e radioterapia, busca destruir as células cancerígenas ou impedir que continuem se multiplicando. Essa nova estratégia investiga uma possibilidade diferente: em determinadas situações, talvez seja possível combater o câncer fazendo as próprias células doentes mudarem de comportamento.
Apesar dos resultados promissores, ainda é preciso ter cautela. A pesquisa está em fase experimental e não representa um tratamento disponível para pacientes. Os cientistas ainda precisam investigar se a técnica é segura, se pode funcionar em seres humanos e se terá resultados semelhantes em outros tipos de câncer.
Mesmo assim, o estudo abre uma perspectiva importante para a medicina. Em vez de concentrar todos os esforços na destruição das células cancerígenas, os pesquisadores estão investigando se também é possível reprogramá-las para recuperar características de células normais.
FONTES:
📚 Instituto Avançado de Ciência e Tecnologia da Coreia (KAIST).
📚 Revista científica Advanced Science (2025). Artigo: Control of Cellular Differentiation Trajectories for Cancer Reversion.

sexta-feira, 30 de outubro de 2026

Dívida pública fica em 82,9% do PIB; déficit soma R$ 5,5 bilhões Endividamento do governo permanece no maior nível desde 2021

 

Dinheiro (Imagem ilustrativa) Foto: Pixabay/ lkzmiranda
O setor público consolidado – União, estado, municípios e estatais – registrou déficit primário de R$ 5,5 bilhões em setembro, enquanto a dívida bruta permaneceu em 82,9% do Produto Interno Bruto (PIB), o equivalente a R$ 11,1 trilhões. Os dados foram divulgados nesta quinta-feira (29) no relatório de Estatísticas Fiscais do Banco Central (BC).
O endividamento ficou estável em relação a agosto, mas permanece no maior patamar desde 2021, período marcado pelos efeitos econômicos da pandemia de covid-19. Na comparação com setembro de 2025, quando o déficit primário foi de R$ 17,5 bilhões, houve melhora no resultado das contas públicas.

O déficit primário corresponde à diferença entre receitas e despesas do governo, sem considerar os juros da dívida pública. O resultado de setembro foi influenciado por desempenhos distintos entre os níveis de governo e as empresas estatais.

RESULTADO POR ESFERA
Em setembro, o desempenho das contas públicas foi o seguinte:

– Governo central: superávit de R$ 3,5 bilhões;
– Estados e municípios: déficit conjunto de R$ 5,6 bilhões;
– Empresas estatais: déficit de R$ 3,4 bilhões.

O resultado negativo consolidado, ao somar as três esferas de governo, ficou em R$ 5,497 bilhões, abaixo do déficit primário de R$ 10 bilhões registrado em agosto e dos R$ 17,5 bilhões de setembro do ano passado.

Apesar da melhora, as contas públicas acumularam déficit primário de R$ 94,3 bilhões entre janeiro e setembro de 2026, equivalente a 0,93% do PIB. No mesmo período de 2025, o resultado negativo havia sido de R$ 79,2 bilhões, ou 0,84% do PIB.

METODOLOGIAS DIFERENTES
Nesta manhã, o Tesouro Nacional divulgou que o Governo Central registrou superávit primário de R$ 4,8 bilhões em setembro. A divergência de números em relação ao Banco Central decorre da diferença de metodologia.

As estatísticas do Tesouro baseiam-se nos valores executados no Orçamento. O Banco Central calcula o resultado primário com base na variação do endividamento de cada ente público: Governo Central, estados, municípios e estatais.

DÍVIDA SEGUE ELEVADA
A Dívida Bruta do Governo Geral (DBGG), que abrange o governo federal, o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) e os governos estaduais e municipais, alcançou R$ 11,1 trilhões em setembro, o equivalente a 82,9% do PIB.

O indicador ficou estável em relação ao mês anterior, mas avançou 4,3 pontos percentuais no acumulado de 2026.

Segundo o Banco Central, o comportamento da dívida em setembro refletiu principalmente:

Juros nominais apropriados: contribuíram para elevar a dívida em 0,8 ponto percentual do PIB;
Resgates líquidos de dívida: reduziram o indicador em 0,4 ponto percentual;
Variação do PIB nominal: teve impacto negativo de 0,4 ponto percentual sobre a relação entre dívida e PIB.
No fim de 2022, a dívida bruta correspondia a 71,7% do PIB. Desde então, o indicador aumentou mais de 11 pontos percentuais, aproximando-se dos níveis observados durante a pandemia.

JUROS AMPLIAM DÉFICIT
As despesas com juros nominais do setor público somaram R$ 107,5 bilhões em setembro, ante R$ 84,7 bilhões no mesmo mês de 2025. O aumento anual foi de R$ 22,8 bilhões.

De acordo com o BC, a elevação foi influenciada pelo resultado menos favorável das operações de swap cambial, venda de dólares no mercado futuro, cujo resultado entra na conta de juros. Também contribuíram para a elevação o crescimento do estoque da dívida e a inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA).

No acumulado de 12 meses até setembro, os gastos com juros chegaram a R$ 1,205 trilhão, equivalente a 8,99% do PIB. No mesmo intervalo encerrado em setembro de 2025, a despesa havia sido de R$ 984,8 bilhões, ou 7,86% do PIB.

Quando os juros são incluídos no cálculo, o resultado das contas públicas passa a ser medido pelo déficit nominal.

Em setembro, o déficit nominal do setor público consolidado foi de R$ 113 bilhões. No acumulado de 12 meses, o saldo negativo chegou a R$ 1,275 trilhão, correspondente a 9,51% do PIB.

DÍVIDA LÍQUIDA AVANÇA
A Dívida Líquida do Setor Público (DLSP), que desconta os ativos financeiros do governo de suas obrigações, atingiu R$ 9,4 trilhões em setembro, equivalente a 70% do PIB.

O indicador subiu 0,7 ponto percentual em relação a agosto, quando estava em 69,3% do PIB, e acumulou alta de 4,7 pontos percentuais no ano.

Segundo o Banco Central, o avanço mensal foi influenciado principalmente pela incorporação dos juros da dívida, que acrescentou 0,8 ponto percentual à relação entre a dívida líquida e o PIB.

DÉFICIT
Apesar do resultado negativo acumulado no ano, o déficit primário apresentou melhora na comparação dos últimos 12 meses.

Até setembro, o setor público consolidado registrou déficit primário de R$ 70,1 bilhões, equivalente a 0,52% do PIB. Em agosto, o indicador correspondia a 0,62% do PIB.

No período de 12 meses encerrado em setembro, os resultados por segmento foram:

– Governo central: déficit de R$ 52,7 bilhões, ou 0,39% do PIB;
– Estados: déficit de R$ 14,4 bilhões, ou 0,11% do PIB;
– Municípios: superávit de R$ 7 bilhões, ou 0,05% do PIB;
– Empresas estatais: déficit de R$ 10 bilhões, ou 0,07% do PIB.

A trajetória da dívida pública e o peso dos juros permanecem entre os principais desafios fiscais do país. O aumento do endividamento eleva o custo de financiamento do governo e reduz o espaço disponível no Orçamento para outras despesas, enquanto a evolução do resultado primário influencia a capacidade de estabilizar a dívida em relação ao PIB.

*Com informações da Agência Brasil

FONTE:PLENO NEWS


quinta-feira, 29 de outubro de 2026

Chefe de gabinete de Talíria (PSOL) preso em ação contra exploração sexual Assessor trabalha com Talíria Petrone (PSOL) desde 2019. Operação mirou a exploração sexual de jovens e adolescentes no RJ

 

imagem colorida mostra deputada federal Talíria Petrone - Metrópoles
ouvir notícia

O chefe de gabinete da deputada federal reeleita Talíria Petrone, PSOL, RJ, foi preso nesta quarta-feira, 28/10, durante uma operação da Polícia Civil do Rio de Janeiro para desmantelar uma quadrilha acusada de produzir vídeos pornográficos de menores de idade.

O assessor, Carlos Alberto Lúcio Bittencourt Filho, tem 45 anos e trabalhava com Talíria Petrone desde 2019 — ela determinou o afastamento dele assim que tomou conhecimento da operação.

Como assessor parlamentar, Carlos recebia R$ 18,2 mil mensais e tinha a atribuição de representar a deputada em reuniões da bancada do PSOL na Câmara. Além dele, também foi preso um terceiro-sargento da Polícia Militar, Maurício Douglas Souza das Chagas Moura, de 35 anos.

A operação da Polícia Civil do Rio cumpriu 8 mandados de prisão. A investigação foi batizada de “NXIVM” — o nome faz referência a uma seita sexual que operou nos Estados Unidos nos anos 1990.

As investigações tiveram início em julho deste ano, depois da prisão de um outro assessor do PSOL. Trata-se de Matheus Rodrigues Gonçalves, que trabalhava no gabinete do vereador de Niterói, professor Túlio. Matheus é acusado de estuprar uma adolescente de 16 anos.

No celular da adolescente, os investigadores encontraram diversos vídeos pornográficos. Foi a partir deste material que a polícia mapeou a atuação do grupo.

Em nota, Talíria Petrone se diz surpresa com a operação e diz que determinou a demissão do assessor, “até a elucidação dos fatos”.


“Minha vida é e sempre foi pautada pela defesa intransigente das mulheres e dos seus direitos. Expresso minha total solidariedade à vítima e à sua família”, disse a parlamentar.


Leia abaixo a íntegra da nota de Talíria Petrone. 

“Fui surpreendida na manhã de hoje com informações sobre a operação da Polícia Civil decorrente de investigações que seguem em curso sobre exploração sexual.

Determinei a exoneração do assessor citado no processo, enquanto aguardamos a elucidação dos fatos. Minha vida é e sempre foi pautada pela defesa intransigente das mulheres e de seus direitos.

Expresso minha total solidariedade à vítima e à sua família. Não compactuamos com qualquer forma de violência, em especial contra meninas e mulheres.

Nunca compactuaremos! As investigações devem ser conduzidas com transparência, rigor e independência, respeitando o devido processo legal e garantindo a apuração dos fatos com base nas provas.

Seguiremos lutando contra toda violência que chega nas mulheres e meninas”.

FONTE:https://www.metropoles.com/colunas/andreza-matais/chefe-de-gabinete-taliria-petrone-e-preso-em-acao-contra-exploracao-sexual#goog_rewarded

Postagem em Destaque

Células cancerígenas agora podem voltar a se transformar em células normais, graças a cientistas sul-coreanos.

Células cancerígenas agora podem voltar a se transformar em células normais, graças a cientistas sul-coreanos. E se fosse possível combater ...

baixe o aplicativo da radio

A VERDADE

Crystal Studio Fisiopilates

Crystal Studio Fisiopilates
o seu refúgio de bem-estar.Dra.Andrea Xavier

clik na imagem

clik na imagem
sera direcionado para a pagina

Blog Archive

SIGA-ME

SIGA-ME
SEJA UM SEGUIDOR

TWITTER

whatsapp

Postagens mais visitadas